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	<title>Girassol - Letícia P. Corrêa</title>
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	<description>Advogada da Saúde</description>
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	<title>Girassol - Letícia P. Corrêa</title>
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		<title>Doação de órgãos: você já fez sua autorização eletrônica?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Letícia P. Corrêa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Sep 2024 13:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doação de órgãos]]></category>
		<category><![CDATA[Paciente]]></category>
		<category><![CDATA[direito do paciente]]></category>
		<category><![CDATA[doação de órgãos]]></category>
		<category><![CDATA[paciente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Doação de órgãos é um gesto de amor ao próximo. Quase todo mundo, seja adulto ou criança, pode ser doador de órgãos. Neste post falamos mais sobre o assunto, mas fique sabendo quem não pode ser doador: Menores de 18 anos, salvo se tiverem autorização dos pais; Mortos não identificados; Pacientes com câncer generalizado ou ... <a title="Doação de órgãos: você já fez sua autorização eletrônica?" class="read-more" href="https://leticiacorrea.com/doacao-de-orgaos-voce-ja-fez-sua-autorizacao-eletronica/" aria-label="More on Doação de órgãos: você já fez sua autorização eletrônica?">Leia mais</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Doação de órgãos é um gesto de amor ao próximo.</strong></p>
<p>Quase todo mundo, seja adulto ou criança, pode ser doador de órgãos. <a href="https://leticiacorrea.com/doacao-de-orgaos-apos-a-morte/">Neste post</a> falamos mais sobre o assunto, mas fique sabendo <em>quem não pode ser doador</em>:</p>
<blockquote><p>Menores de 18 anos, salvo se tiverem autorização dos pais;</p>
<p>Mortos não identificados;</p>
<p>Pacientes com câncer generalizado ou que tenham doença infecciosa incurável (HIV, Hepatite B ou C, doença de Chagas, por exemplo);</p>
<p>Pacientes que tenham doenças que comprometam o funcionamento dos órgãos.</p></blockquote>
<h3>Requisitos legais para doar órgãos</h3>
<p>Basta a manifestação de vontade do doador aos familiares.</p>
<p>Esses familiares são os de até 2º grau de parentesco, sendo eles: pais, filhos, avós e netos, cônjuge ou companheira, como determina o artigo 4º da <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9434.htm">Lei de Transplantes.</a></p>
<p>Porém, no Brasil, a vontade do doador precisa ser confirmada pela família após a declaração da morte cerebral.</p>
<h3>Autorização eletrônica de doação de órgãos</h3>
<p>Como uma maneira de criar um documento legal para registrar formalmente a vontade do doador e facilitar o processo de comunicação entre equipe médica e família, o Conselho Nacional de Justiça, em parceria com os cartórios, <a href="https://www.cnj.jus.br/cnj-e-cartorios-lancam-campanha-e-sistema-de-autorizacao-eletronica-de-doacao-de-orgaos/">lançou</a> o sistema de Autorização Eletrônica de Doação de Órgãos.</p>
<h3>Como funciona a autorização eletrônica?</h3>
<p>O doador precisa preencher um formulário no site <a href="http://www.aedo.org.br">www.aedo.org.br</a>, selecionar quais órgãos pretende doar &#8211; se todos ou alguns (medula, intestino, rim, pulmão, fígado, córnea, coração) &#8211; e escolher o cartório de notas selecionado para fazer a validação do documento.</p>
<p>Na sequência, o tabelião marcará uma videoconferência para confirmar a identidade do interessado e sua vontade para então formalizar a declaração em um documento.</p>
<p>Por fim, solicitante e notário assinam digitalmente a autorização, que ficará disponível para consulta pelos responsáveis do Sistema Nacional de Transplantes.</p>
<blockquote><p>A autorização eletrônica estará disponível no site da AEDO e na Central Nacional de Doadores de Órgãos.</p></blockquote>
<p>Esse processo facilita o cumprimento da vontade do doador, garantindo que o desejo de ajudar outras pessoas seja respeitado.</p>
<h3><strong>VAMOS TODOS SERMOS DOADORES DE ÓRGÃOS?</strong></h3>
<p>Eu já fiz a minha AEDO e te convido a fazer a sua também.</p>
<p><a href="https://g1.globo.com/saude/noticia/2024/07/13/brasil-tem-mais-de-43-mil-pessoas-a-espera-por-um-transplante-veja-lista-por-orgao-e-saiba-como-ser-doador.ghtml">Estima-se</a> que mais de 43 mil brasileiros precisem de um órgão no Brasil.</p>
<p>Está nas nossas mãos fazer a diferença na vida de tantas pessoas que necessitam de um órgão.</p>
<p>Não se esqueça de comunicar sua vontade a seus familiares e a entregar-lhes uma cópia da sua autorização eletrônica.</p>
<p>Nos vemos na semana que vem,</p><p>The post <a href="https://leticiacorrea.com/doacao-de-orgaos-voce-ja-fez-sua-autorizacao-eletronica/">Doação de órgãos: você já fez sua autorização eletrônica?</a> first appeared on <a href="https://leticiacorrea.com">Letícia P. Corrêa</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Luto: uma travessia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Letícia P. Corrêa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Feb 2022 13:20:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Girassol]]></category>
		<category><![CDATA[Luto]]></category>
		<category><![CDATA[luto]]></category>
		<category><![CDATA[processo]]></category>
		<category><![CDATA[travessia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>🌻 Este post faz parte do Projeto Girassol que tem por objetivo disseminar conhecimento sobre assuntos relacionados à morte e o morrer 🌻 O luto é um processo emocional vivido por uma pessoa diante de uma perda significativa. Geralmente associamos esta perda com a morte, mas o processo de luto também pode ser vivido diante de outras perdas tais como ... <a title="Luto: uma travessia" class="read-more" href="https://leticiacorrea.com/luto-uma-travessia/" aria-label="More on Luto: uma travessia">Leia mais</a></p>
<p>The post <a href="https://leticiacorrea.com/luto-uma-travessia/">Luto: uma travessia</a> first appeared on <a href="https://leticiacorrea.com">Letícia P. Corrêa</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 10pt;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f33b.png" alt="🌻" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <em>Este post faz parte do <a href="https://leticiacorrea.com/projeto-girassol/">Projeto Girassol</a> que tem por objetivo disseminar conhecimento sobre assuntos relacionados à morte e o morrer</em> <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f33b.png" alt="🌻" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></p>
<p>O luto é um processo emocional vivido por uma pessoa diante de uma perda significativa. Geralmente associamos esta perda com a morte, mas <strong>o processo de luto também pode ser vivido diante de outras perdas</strong> tais como o término de um relacionamento, de um vínculo de trabalho, de uma fase de vida, dentre outros. E, embora muito do que se estuda sobre o luto possa se aplicar a estes diferentes contextos, daremos enfoque neste texto sobre o luto da perda diante da morte.</p>
<p>Existem teorias que abordam algumas fases ou etapas que são vividas no processo de luto, sendo um estudo de grande referência o da psiquiatra suíça-americana, Elisabeth Kubler-Ross<a href="#_ftn1" name="_ftnref1">[1]</a> (1926-2004), que trabalhava com pacientes com doença terminal. Este estudo elenca como etapas do processo de luto: negação, raiva, barganha, tristeza e aceitação. Sendo assim, no processo de luto a pessoa atravessa esses diferentes momentos emocionais, até chegar na aceitação, que é o momento em que se pode viver pacificamente com a perda, não havendo uma linearidade entre estas fases, nem um tempo específico para a vivência de cada fase ou para o processo.</p>
<h3>Visão moderna do luto</h3>
<p>Por vez, a visão mais moderna propõe uma nova forma de se compreender o processo de luto, como o que é retratado no Modelo do Processo Dual do Enfrentamento do Luto<a href="#_ftn2" name="_ftnref2">[2]</a>. Este modelo propõe que o luto é um processo que não é vivido por estágios, mas como um caminho dual, cheio de altos e baixos, num movimento de contração e expansão, em constante oscilação e em busca de uma adaptação à vida que ganha uma nova perspectiva após a perda. Nesse sentido, o luto não é um processo que tenha fim, nem a morte algo a ser superado.</p>
<p>Nesse caminho pode haver dor, choro, cansaço, medo, angústia, tristeza, confusão, paz, gratidão, sensação de dever cumprido, uma mistura de emoções que atravessam e podem ser sentidas. Cada pessoa vai vivenciar o processo de luto de forma individual, e isso deve ser acolhido e respeitado. E embora geralmente marcado pela dor, vai-se compreendendo que o luto não é apenas a dor.</p>
<p>Ainda, nesse caminho, é comum sentir a necessidade de recolhimento, um tempo de pausa para vivenciar e elaborar todas as emoções que atravessam. Sendo assim, é importante pensarmos o luto também como um direito de ser vivido, embora infelizmente na nossa cultura da produtividade, haja tão pouco espaço para os momentos de pausa, recolhimento e reflexão que a vivência do processo de luto convoca.</p>
<p>O processo de luto é tido, assim, como uma travessia, com a permissão de sentir tudo o que sentir e em direção ao reconhecimento da força e potência para seguir adiante na vida, mesmo com a dor.</p>
<p>Rodrigo Luz, no livro <em>Luto é outra palavra para falar de Amor: cinco formas de honrar a vida de quem vai de quem fica após uma perda,</em> traz:</p>
<p style="padding-left: 40px;">1&#x20e3; Honrar a vida sobrevivendo à morte do outro;</p>
<p style="padding-left: 40px;">2&#x20e3; Honrar a memória se abrindo para todos os sentimentos do mundo;</p>
<p style="padding-left: 40px;">3&#x20e3; Honrar o amor respeitando o próprio tempo e jeito de reaprender a viver;</p>
<p style="padding-left: 40px;">4&#x20e3; Honrar a marca no mundo celebrando a vida que tiveram juntos;</p>
<p style="padding-left: 40px;">5&#x20e3;Honrar o legado encontrando um novo lugar para a pessoa que morreu na nossa vida.</p>
<p>Sendo assim, neste olhar a honra traz a ressignificação do vínculo após a perda, reaprendendo uma forma de viver, acolhendo todas as emoções e carregando a memória de tudo o que foi vivido com aquele(a) que se foi. A morte não leva embora tudo o que foi vivido, nem leva embora a relação que estabelecemos. A morte marca uma fase, uma passagem para um novo tempo, e pouco a pouco a dor vai cicatrizando, e a relação com aquele(a) que se foi encontra um novo lugar na nossa história.</p>
<p>No luto, assim como em tantos processos que vivemos ao longo da vida, o caminho é através, como se atravessássemos em direção a outra margem do rio.  Poder contar com ajuda é de grande importância, afinal, podemos e merecemos ser apoiados ao longo da travessia. Família, amigos, terapeuta, grupos de trabalho de luto, e toda rede de apoio possível e de formas de conexão, de se sentir junto.</p>
<p>A psicoterapia no processo de luto é um espaço para compartilhar as emoções, com todos os movimentos de contração na dor, e expansão para a nova vida e projetos.  É espaço de acolhimento, reconhecimento e desenvolvimento das próprias capacidades e da força para sustentar a dor e atravessar o processo, podendo dizer um novo Sim à Vida.</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f449-1f3fc.png" alt="👉🏼" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Se você que está lendo esse texto está passando por um processo de luto, receba meu abraço e acolhimento. Tudo o que você estiver sentindo pode e merece ser acolhido, assim como você pode e merece receber apoio na travessia. Se você que está lendo conhece alguém que esteja passando por este processo e muitas vezes não sabe o que dizer ou fazer, esteja junto, e pergunte: <span style="color: #ff9900;"><strong>O que posso fazer por você?</strong></span> A sua presença, apoio e escuta atenta podem fazer a diferença!</p>
<p><a href="#_ftnref1" name="_ftn1"></a></p>
<figure id="attachment_881" aria-describedby="caption-attachment-881" style="width: 145px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class=" wp-image-881" src="https://leticiacorrea.com/wp-content/uploads/2022/02/WhatsApp-Image-2022-02-14-at-22.40.16-241x300.jpeg" alt="A imagem mostra a psicóloga Renata responsável por escrever esse artigo sobre o luto" width="155" height="191" /><figcaption id="caption-attachment-881" class="wp-caption-text">Quer aprofundar sobre o luto? <a href="https://www.instagram.com/renatamiranda.psi/">Fale com a Renata</a></figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Renata Miranda</strong></p>
<p>Psicóloga e Psicoterapeuta sistêmica</p>
<p>CRP 04/34.873</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Notas:</em></p>
<p><a href="#_ftnref1" name="_ftn1">[1]</a> Seu estudo sobre as fases do luto está abordado no livro Sobre a morte e o morrer, de 1969.</p>
<p><a href="#_ftnref2" name="_ftn2"></a><span style="color: #0000ff;">[2]</span> Estudo desenvolvido por Margaret Stroebe e Henk Schut, ambos professores da Universidade de Utrecht, da Holanda.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Referências / Indicações de leitura:</em></p>
<p>ARANTES, Ana Cláudia Quintana. <a href="https://www.google.com/search?q=a+morte+%C3%A9+um+dia+que+vale+a+pena+viver&amp;source=lnms&amp;tbm=shop&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwif5MaL6Ib2AhW_rJUCHW8IBzsQ_AUoAXoECAIQAw&amp;biw=1366&amp;bih=657&amp;dpr=1">A morte é um dia que vale a pena viver</a>. Rio de Janeiro: Sextante, 2019.</p>
<p>ARANTES, Ana Cláudia Quintana. <a href="https://www.google.com/search?q=Hist%C3%B3rias+lindas+de+morrer&amp;sa=X&amp;biw=1366&amp;bih=657&amp;tbm=shop&amp;ei=jEkOYqveCdHJ1sQP8tSq-A0&amp;ved=0ahUKEwir1PuN6Ib2AhXRpJUCHXKqCt8Q4dUDCAY&amp;uact=5&amp;oq=Hist%C3%B3rias+lindas+de+morrer&amp;gs_lcp=Cgtwcm9kdWN0cy1jYxADMgUIABCABDIFCAAQgAQyBQgAEIAEMgQIABAYMgQIABAYMgQIABAYMgQIABAYMgQIABAYMggIABAWEB4QGDIICAAQFhAeEBhKBAhBGABQAFjgAWC2A2gBcAB4AIABbYgBbZIBAzAuMZgBAKABAaABArABAMABAQ&amp;sclient=products-cc">Histórias lindas de morrer</a>. Rio de Janeiro: Sextante, 2020.</p>
<p>KUBLER- Ross, E. <a href="https://www.google.com/search?q=Sobre+a+morte+e+o+morrer&amp;sa=X&amp;biw=1366&amp;bih=657&amp;tbm=shop&amp;ei=okkOYuLKG9vS1sQPktqqCA&amp;ved=0ahUKEwjio8yY6Ib2AhVbqZUCHRKtCgEQ4dUDCAY&amp;uact=5&amp;oq=Sobre+a+morte+e+o+morrer&amp;gs_lcp=Cgtwcm9kdWN0cy1jYxADMgUIABCABDIFCAAQgAQyBQgAEIAEMgUIABCABDIFCAAQgAQyBAgAEBgyBAgAEBgyBAgAEBgyBAgAEBgyBAgAEBhKBAhBGABQAFjoAWDmA2gBcAB4AIABcogBcpIBAzAuMZgBAKABAaABArABAMABAQ&amp;sclient=products-cc">Sobre a morte e o morrer</a>: 8ª Ed.. São Paulo: Martins Fontes, 1998.</p>
<p>LUZ, Rodrigo. <a href="https://www.google.com/search?q=Luto+%C3%A9+outra+palavra+para+falar+de+amor%3A+Cinco+formas+de+honrar+a+vida+de+quem+vai+e+de+quem+fica+ap%C3%B3s+uma+perda&amp;sa=X&amp;biw=1366&amp;bih=657&amp;tbm=shop&amp;ei=rkkOYqbZJ4fd1sQPo4qaiAk&amp;ved=0ahUKEwim6LSe6Ib2AhWHrpUCHSOFBpEQ4dUDCAY&amp;uact=5&amp;oq=Luto+%C3%A9+outra+palavra+para+falar+de+amor%3A+Cinco+formas+de+honrar+a+vida+de+quem+vai+e+de+quem+fica+ap%C3%B3s+uma+perda&amp;gs_lcp=Cgtwcm9kdWN0cy1jYxADSgQIQRgAUABY1wFgpANoAXAAeACAAQCIAQCSAQCYAQCgAQGgAQKwAQDAAQE&amp;sclient=products-cc">Luto é outra palavra para falar de amor: Cinco formas de honrar a vida de quem vai e de quem fica após uma perda</a>. São Paulo: Ágora, 2021.</p>
<p>YALOM, Irvin D; YALOM, Marilyn. <a href="https://www.google.com/search?q=Uma+quest%C3%A3o+de+vida+e+morte%3A+Amor%2C+perda+e+o+que+realmente+importa+no+final.&amp;sa=X&amp;biw=1366&amp;bih=657&amp;tbm=shop&amp;ei=vkkOYs6JHt_U1sQPrPyekAc&amp;ved=0ahUKEwjO4Pul6Ib2AhVfqpUCHSy-B3IQ4dUDCAY&amp;uact=5&amp;oq=Uma+quest%C3%A3o+de+vida+e+morte%3A+Amor%2C+perda+e+o+que+realmente+importa+no+final.&amp;gs_lcp=Cgtwcm9kdWN0cy1jYxADSgQIQRgAUMoIWMoIYNAMaAFwAHgBgAGJAYgBiQGSAQMwLjGYAQCgAQGgAQKwAQDAAQE&amp;sclient=products-cc">Uma questão de vida e morte: Amor, perda e o que realmente importa no final.</a> São Paulo: Planeta, 2021.</p><p>The post <a href="https://leticiacorrea.com/luto-uma-travessia/">Luto: uma travessia</a> first appeared on <a href="https://leticiacorrea.com">Letícia P. Corrêa</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Diretivas antecipadas de vontades: se prepare para ficar doente!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Letícia P. Corrêa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Jan 2022 20:08:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito]]></category>
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		<category><![CDATA[Testamento vital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>🌻 Este post faz parte do Projeto Girassol que tem por objetivo disseminar conhecimento sobre assuntos relacionados à morte e o morrer 🌻 Ao longo da nossa vida, tomamos as mais diversas decisões, sobre os mais variados assuntos, de maior ou menor complexidade. Porém, quando adoecemos, na maioria dos casos, nossos familiares passam a nos enxergar como pessoas incapazes ... <a title="Diretivas antecipadas de vontades: se prepare para ficar doente!" class="read-more" href="https://leticiacorrea.com/diretivas-antecipadas-de-vontades/" aria-label="More on Diretivas antecipadas de vontades: se prepare para ficar doente!">Leia mais</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f33b.png" alt="🌻" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <span style="font-size: 10pt;"><em>Este post faz parte do <a href="https://leticiacorrea.com/projeto-girassol/">Projeto Girassol</a> que tem por objetivo disseminar conhecimento sobre assuntos relacionados à morte e o morrer</em></span> <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f33b.png" alt="🌻" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p>Ao longo da nossa vida, tomamos as mais diversas decisões, sobre os mais variados assuntos, de maior ou menor complexidade.</p>
<p>Porém, quando adoecemos, na maioria dos casos, nossos familiares passam a nos enxergar como pessoas incapazes de decidir sobre nós mesmos.</p>
<p>As vezes, na melhor das intenções, os parentes buscam poupar o doente, acreditando que este não será capaz de suportar saber a respeito de seu estado real de saúde.</p>
<p>Para diminuir a ocorrência deste cenário, o direito possui ferramentas para que o futuro doente possa se municiar e se preparar, são as chamadas diretivas antecipadas de vontade que <a href="https://sistemas.cfm.org.br/normas/visualizar/resolucoes/BR/2012/1995">desde 1995</a> são reconhecidas pelo Conselho Federal de Medicina.</p>
<h2>Diretivas antecipadas de vontades</h2>
<p>A Diretiva Antecipada de Vontade (DAV) é a possibilidade que o Direito dá para que, qualquer um de nós, deixe registrado, antecipadamente, o que quer, o que não quer e como quer em relação a cuidados, procedimentos e tratamentos médicos, caso venha a ficar doente e incapaz de manifestar sua vontade.</p>
<p>As Diretivas podem se manifestar de diversas formas diferentes, dentre as quais destaco o mandato duradouro e testamento vital. Vejamos.</p>
<h3>Mandato Duradouro ou Procuração para cuidados em saúde</h3>
<p>É a outorga de poderes que o paciente faz em favor de um terceiro para que este o represente e fale em seu nome <span style="color: #ff9900;">em qualquer situação de saúde</span>.</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f449-1f3fc.png" alt="👉🏼" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Na prática: o paciente escolhe uma pessoa de sua confiança que ficará responsável por representá-lo perante à equipe médica do local onde ele estiver internado, atuando em seu nome e garantindo que sua vontade seja respeitada; ou seja: se o paciente não puder se comunicar, caberá ao seu representante fazer valer sua vontade e ser consultado pelos médicos sempre que necessário.</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f449-1f3fc.png" alt="👉🏼" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Recomenda-se que o paciente nomeie mais de uma pessoa, de maneira sucessiva, para que na impossibilidade de uma, outra pessoa possa ser contatada para assumir a responsabilidade.</p>
<h3>Testamento Vital</h3>
<p>É documento em que uma pessoa, no pleno gozo de suas faculdades mentais, portanto, <em>antes</em> de estar doente, vai dizer como ela quer ser cuidada quando, no futuro, ela estiver com uma <span style="color: #ff9900;">doença terminal, incurável e/ou em um estado de saúde irreversível</span> (estado vegetativo persistente).</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-839 alignleft" src="https://leticiacorrea.com/wp-content/uploads/2022/01/testamento.jpg" alt="A imagem mostra uma das espécies de diretivas antecipadas de vontades: o testamento vital." width="328" height="221" /></p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f449-1f3fc.png" alt="👉🏼" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> No próprio testamento é possível incluir previsão do procurador para cuidados em saúde.</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f449-1f3fc.png" alt="👉🏼" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> O documento deve ser elaborado levando-se em conta os valores e crenças do paciente, para que estes sirvam de guia para o procurador interpretar situações futuras não contempladas no documento.</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f449-1f3fc.png" alt="👉🏼" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> O documento deve ser registrado no cartório para maior segurança jurídica.</p>
<p>Embora o documento tenha foco nos cuidados que o paciente deseja ou não receber enquanto estiver vivo, o testamento pode ser utilizado pelo paciente para fazer disposições para depois da sua morte, abordando pontos relacionados ao velório, cremação, etc.</p>
<blockquote><p>Curiosidade: <strong>plano de parto</strong> também é um tipo de diretivas antecipadas de vontades que deve ser usado pelas gestantes para registrarem suas escolhas e desejos no pré-parto, parto e pós-parto.</p></blockquote>
<h2>Dúvidas comuns</h2>
<h3>As diretivas antecipadas de vontades podem ser feitas também no hospital?</h3>
<p><span style="color: #00ff00;">Sim</span>! Caso o paciente não tenha se preparado anteriormente, a equipe médica pode conversar com o paciente e, estando este lúcido, registrar suas vontades no prontuário.</p>
<p>#ficaadica: poucos profissionais têm conhecimento do assunto, então, a chance do paciente ou a família serem abordados sobre o assunto é bem pequena &#8211; fica o alerta!</p>
<h3>Mas, como o médico vai proceder caso o paciente não tenha deixado DAV e sua família não entre em um acordo sobre qual caminho terapêutico seguir?</h3>
<p>Para tomar a decisão de maneira mais segura, o médico pode levar o caso aos Comitês de Bioética ou Ética Médica do Hospital ou ainda ao Conselho Federal de Medicina.</p>
<h3>O médico tem sempre que seguir a vontade do paciente?</h3>
<p><span style="color: #ff0000;">Não</span>! Caso a manifestação de vontade do paciente contrarie a ética médica ou a convicção pessoal do profissional, o médico não precisará seguir as determinações do paciente.</p>
<h3>O convite de hoje é: vamos olhar para o futuro e nos prepararmos?</h3>
<p>Te convido a refletir sobre a forma com que você lida com a doença e com a morte.<br />
Nos preparamos para tantos momentos importantes da nossa vida, por que não nos prepararmos para a morte?</p>
<h3><strong>FALE COMIGO!</strong></h3>
<p>Se você precisa de uma consultoria especializada a respeito de atos de última vontade ou deseja fazer seu testamento vital, entre em <a href="https://leticiacorrea.com/">contato</a> comigo: basta preencher o formulário que aparece no fim da página.</p>
<p>Lembre-se: você é dono do seu corpo, do seu tratamento e do seu destino!</p>
<p>Até a próxima,</p><p>The post <a href="https://leticiacorrea.com/diretivas-antecipadas-de-vontades/">Diretivas antecipadas de vontades: se prepare para ficar doente!</a> first appeared on <a href="https://leticiacorrea.com">Letícia P. Corrêa</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Doação de órgãos após a morte: o que você precisa saber!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Letícia P. Corrêa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Oct 2021 15:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doação de órgãos]]></category>
		<category><![CDATA[Girassol]]></category>
		<category><![CDATA[doação de orgaos; ultima vontade; testamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vamos conversar sobre a doação de órgãos após a morte?! Por Juliana Tavares Mori &#160; Falar sobre qualquer assunto que envolva o falecimento de um ente querido ainda é um grande tabu no Brasil, mas a temida morte é a única certeza que temos na vida. Por isso o intuito deste post é falar sobre ... <a title="Doação de órgãos após a morte: o que você precisa saber!" class="read-more" href="https://leticiacorrea.com/doacao-de-orgaos-apos-a-morte/" aria-label="More on Doação de órgãos após a morte: o que você precisa saber!">Leia mais</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Vamos conversar sobre a doação de órgãos <em>após a morte</em>?!</h2>
<h5>Por Juliana Tavares Mori</h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>Falar sobre qualquer assunto que envolva o falecimento de um ente querido ainda é um grande tabu no Brasil, mas a temida <strong>morte</strong> é a única certeza que temos na vida. Por isso o intuito deste post é falar sobre ela com mais leveza e sobre a forma de se continuar vivo mesmo após a passagem.</p>
<p>Calma, não é nada de outra dimensão espiritual&#8230; O tema aqui é a <em>doação de órgãos</em>, uma bela forma de continuarmos ajudando a salvar vidas, mesmo não estando mais por aqui.</p>
<h3>Quem pode ser doador de órgãos?</h3>
<p>Qualquer pessoa, seja adulto ou criança, desde que tenha sido diagnóstica com morte cerebral &#8211; os procedimentos de diagnóstico são definidos pelo <a href="https://sistemas.cfm.org.br/normas/visualizar/resolucoes/BR/2017/2173">CFM</a>.</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f449-1f3fc.png" alt="👉🏼" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Vale lembrar que não há limite de idade para ser doador: basta ter boas condições de saúde <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f448-1f3fc.png" alt="👈🏼" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p>A <span style="color: #ff6600;">morte cerebral ou encefálica</span>, embora seja o critério legal para o início dos procedimentos de doação, não é o único de tipo de morte que pode viabilizar uma doação de órgãos <em>post mortem</em>.</p>
<pre style="padding-left: 80px;">A morte cerebral/encefálica é o critério legal para doação de órgãos, pois neste tipo de morte, 
  a parada das demais funções vitais  – circulação sanguínea, coração, respiração – leva um 
  tempinho para ocorrer e, para que o transplante de órgãos aconteça, é importante que haja 
  circulação sanguínea!</pre>
<p>Para a doação de tecidos, como é o caso da córnea, a doação poderá ocorrer tanto com a morte encefálica, como com a <span style="color: #ff6600;">morte por parada cardíaca</span>.⁣<br />
⁣<br />
<a class=" xil3i" tabindex="0" href="https://www.instagram.com/explore/tags/ficaadica/">#ficaadica</a>: mesmo a pessoa que <span style="color: #ff6600;">faleceu em casa</span> pode doar as córneas, desde que essas sejam retiradas em <strong>até</strong> 6h do óbito.⁣</p>
<h3>E quem não pode ser doador de órgãos?</h3>
<p>São as situações seguintes que <strong>impedem</strong> a doação de órgãos após a morte:</p>
<ol>
<li>Menores de 18 anos, salvo se tiverem autorização dos pais;</li>
<li>Mortos não identificados;</li>
<li>Pacientes com câncer generalizado ou que tenham doença infecciosa incurável (HIV, Hepatite B ou C, doença de Chagas, por exemplo);</li>
<li>Pacientes que tenham doenças que comprometam o funcionamento dos órgãos.</li>
</ol>
<figure id="attachment_678" aria-describedby="caption-attachment-678" style="width: 290px" class="wp-caption alignright"><img decoding="async" class="wp-image-678 size-medium" src="https://leticiacorrea.com/wp-content/uploads/2021/10/Captura-de-tela-2021-10-21-154107-300x202.png" alt="Imagem mostra equipe médica retirando um órgão de uma ambulância para viabilizar a doação de órgãos após a morte" width="300" height="202" srcset="https://leticiacorrea.com/wp-content/uploads/2021/10/Captura-de-tela-2021-10-21-154107-300x202.png 300w, https://leticiacorrea.com/wp-content/uploads/2021/10/Captura-de-tela-2021-10-21-154107.png 309w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-678" class="wp-caption-text">Vamos continuar fazendo o bem por meio da doação de órgãos após a morte!</figcaption></figure>
<h3>O que pode ser doado?</h3>
<p>Os órgãos que podem ser doados são, a princípio: rim, fígado, coração, pâncreas e pulmão.</p>
<p>Além deles, é possível também que sejam doados tecidos como córnea, pele, ossos, válvulas cardíacas e cartilagem.</p>
<h3>Quais os requisitos eu preciso preencher para que a doação de órgãos após a morte aconteça?</h3>
<p>Para se tornar um doador de órgãos basta que você <strong>manifeste sua vontade aos seus familiares</strong> &#8211; esses familiares são os de até 2º grau de parentesco, sendo eles: pais, filhos, avós e netos, cônjuge ou companheira, como determina o artigo 4º da <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9434.htm">Lei de Transplantes.</a></p>
<p>É importantíssimo conversar com a sua família, pois são os seus parentes que irão autorizar a doação, por meio de um documento assinado perante 2 testemunhas.</p>
<blockquote><p>Pera aí, mas para que seja cumprida a minha vontade eu não posso deixar isso em um testamento?! E os cartões de doador, tem validade?!</p></blockquote>
<p>Infelizmente a resposta ainda é: <span style="color: #ff0000;"><strong>não</strong></span>! Os <em>testamentos</em> podem trazer a sua vontade, ainda que com algumas ressalvas, sobre a destinação dos bens materiais e o cartão de doador demonstra que você gostaria de doar seus órgãos.</p>
<p>Porém, para que de fato a doação ocorra, é <strong>indispensável</strong> a autorização da sua família, já que a lei brasileira retira do doador sua autonomia após a morte.</p>
<pre style="padding-left: 120px;"><span style="color: #ff6600;">A vontade do doador declarada em vida precisa ser confirmada pela família.</span></pre>
<h3>Doação de órgãos após a morte: a vida continua</h3>
<p>Autorizada a doação dos órgãos pela família, os órgãos e tecidos do doador podem salvar pelo menos <strong><span style="color: #ff0000;">10 vidas</span></strong>.</p>
<p>Por isso a importância de se conversar e discutir temas como este, que mesmo sendo por vezes desconfortáveis para os envolvidos, possibilitam que o desejo final do morte seja atendido: ajudar a salvar outras vidas!</p>
<h4>Convidamos você a conversar com seus familiares <span style="color: #ff0000;">hoje</span> para conscientizá-los sobre a importância do seu gesto e de sua vontade ser respeitada.</h4>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f33b.png" alt="🌻" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Este post faz parte do <a href="https://leticiacorrea.com/projeto-girassol/">Projeto Girassol</a> que tem por objetivo disseminar conhecimento sobre assuntos relacionados à morte e o morrer <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f33b.png" alt="🌻" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p><p>The post <a href="https://leticiacorrea.com/doacao-de-orgaos-apos-a-morte/">Doação de órgãos após a morte: o que você precisa saber!</a> first appeared on <a href="https://leticiacorrea.com">Letícia P. Corrêa</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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