Nas últimas semanas, temos acompanhado com apreensão as notícias sobre o aumento de casos de contaminação por metanol em bebidas alcoólicas em diversas regiões do país.
Trata-se de uma situação grave de saúde pública, que exige resposta rápida e coordenada das autoridades sanitárias. O consumo de produtos adulterados ou de origem duvidosa tem levado a intoxicações severas, cegueira e até óbitos, chamando atenção para a necessidade de fiscalização rigorosa e de medidas emergenciais.
Diante desse cenário, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reforçou sua atuação com uma série de ações voltadas à prevenção, controle e tratamento dos casos de intoxicação por metanol.
As iniciativas incluem:
- Liberação emergencial de antídotos;
- Ampliação da produção nacional de etanol farmacêutico;
- Intensificação da vigilância sanitária em produtos suspeitos;
- Apoio às vigilâncias locais e inspeções em campo; e
- Canal direto com a população via Disque-Intoxicação (0800-722-6001).
Fomepizol: o antídoto liberado em caráter emergencial
O fomepizol é o medicamento de escolha para o tratamento da intoxicação por metanol e etilenoglicol.
A importação de 2.600 frascos autorizada pela Anvisa tem caráter emergencial e visa suprir a falta do produto no mercado nacional, garantindo o acesso imediato em unidades de referência e hospitais públicos.
A Agência também avalia a autorização definitiva de comercialização do antídoto no país, alinhada às recomendações de autoridades internacionais como FDA (EUA) e EMA (Europa).
Para evitar desabastecimento, a Anvisa flexibilizou regras para ampliar a produção nacional de etanol farmacêutico, utilizado como alternativa terapêutica de suporte.
Mais de 600 farmácias de manipulação foram identificadas com capacidade técnica para fabricar o produto em condições seguras e estéreis.
DÚVIDAS?
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Lembre-se: informação é poder !
Até a próxima.





