O transplante de fígado é um procedimento complexo, de alto risco e que envolve um processo de recuperação longo, delicado e cheio de particularidades clínicas.
Embora muitas pessoas consigam retomar a vida cotidiana, alguns pacientes sofrem limitações que os incapacitam de retomar suas atividades de trabalho.
O transplante, por si só, não garante aposentadoria automática.
Muitas das vezes, inclusive, antes do paciente ser aposentado, ele costuma ser afastado do trabalho e, submetido à perícia no INSS, inicia o afastamento recebendo auxílio-doença (atual benefício0 por incapacidade temporária).
É somente com o agravamento do quadro de saúde e com a demonstração de impossibilidade de retorno definitivo ao trabalho, que o auxílio-doença é convertido em aposentadoria por invalidez.
Como conseguir a aposentadoria por invalidez após o transplante de fígado?
O segurado precisará demonstrar:
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Não tem condições de retornar ao trabalho;
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Apresenta sequelas ou limitações funcionais persistentes;
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Possui risco elevado à saúde caso volte às atividades laborais;
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Depende de acompanhamento médico frequente, imunossupressores contínuos e restrições severas.
Como solicitar aposentadoria por invalidez?
Primeiro passo é abrir um processo no INSS e agendar uma perícia para avaliação da incapacidade.
O paciente deverá levar todos os relatórios médicos, exames, receitas, prontuários e documentos sociais para comprovar a doença e suas limitações.
E se o INSS negar a aposentadoria?
Com a negativa, o beneficiário deve procurar uma advogado especialista para preparar a ação judicial para buscar corrigir o erro administrativo.
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Lembre-se: informação é poder !
Até a próxima.





